Engenharia Genetica

sábado, março 04, 2006

Microchips lidos a velocidades crescentes


Cálculos feitos com base nos três mil milhões de letras contidas no genoma estabelecem que um laboratório levaria 300 mil anos para completar o trabalho, caso só decifrasse dez mil letras por ano.
Foi a automatização dos processos laboratoriais e da leitura dos resultados que permitiu desvendar o genoma humano, na sua sequência, em poucos anos e de forma mais rápida do que o antes programado.
Em 1987, entrou no mercado a primeira máquina de sequenciação. Desde então, o avanço tecnológico está a permitir sequenciar genes a um ritmo mais acelerado e de uma multiplicidade de seres vivos.
Além dos centros públicos de pesquisa, a indústria farmacêutica também se lançou na corrida para identificar genes associados a doenças, para as quais quer "desenhar" medicamentos. Algumas dessas empresas detêm poderosos computadores para a leitura e análise informatizada dos chips com amostras de ADN.
Um trabalho feito 24 sobre 24 horas, para o qual são por vezes alugadas centrais externas de computadores.

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